| Justas as tuas caminhadas | Filhos de Maria |
| Para me vires dar bom dia | Somos todos nòs |
| E para ordenar este caminho. | A Ela dizemos dia a dia |
| Estarão para sempre gravadas | Ò Mãe nunca nos deixex sòs. |
| Neste meu santuàrio da Guia | |
| No livro dos filhos de Belinho. | Amar a Virgem Maria |
| È amar-nos a vida | |
| Enquanto vamos a caminho | Querendo-a no coração ter |
| Vamos rezando com fervor | Para ir-mos sempre mais além. |
| Nossa Senhora de Belinho | Amar a Virgem Maria |
| Aliviai os doentinhos da sua dor. | A nossa mãe querida |
| Que nos quer proteger | |
| Sobe ao alto peregrino | Para nos sentir-mos bem. |
| Sobe sobe e vai rezar | |
| Lembra-te quando menino | Amê-mos a Virgem Maria |
| Jà com a tua cruzada | Que Ela seja a nossa estrela |
| Fos-te a Senhora visitar. | Para nos guiar na fé |
| Que aprendemos de nossos pais. | |
| Depois de là no alto estar | Serà mais seguro o nosso destino |
| E antes de começar a rezar | Haverà uma alma bela |
| Põe-te a admirar o mar | Que nos darà a boa luz |
| Ele é uma imensa via. | Com Jesus a fazer companhia. |
| Via de emigrantes e pescadores | |
| Que tantas vezes noite e dia | O novo caminho é um rosàrio |
| Pediram à Senhora da Guia | A contar os degraus da escadaria |
| O pão para os seus amores. | Assim melhor podemos exprimir |
| O amor à Imaculada Conceição. | |
| Como faz bem estar là no alto | |
| Juntinho à nossa Santa Mãe | Com este lindo santuàrio |
| Ali se esquece todo o sobressalto | Oferecido à Senhora da Guia |
| Tudo é grandioso tudo està bem | Que o nosso pôvo quiz construir |
| Para expressar a sua devoção. | |
| Senhora da Guia Mãe de Deus | |
| Rogai por nòs pecadores | Guiai a nossa juventude |
| Sempre agora e na hora | Protegei-os ò Virgem Mãe |
| Da nossa morte, amem. | Que pelos caminhos da vida |
| Repartam sua pureza também. | |
| As nossas préces e orações | O Monte da guia |
| Têem sempre alto valor | È um "paraìso" terrestre |
| Maria bem conhece os corações. | Onde o devoto e crente |
| Nunca se reza demais aos céus | Vem saudar a Mãe Celeste. |
| Façamos sempre um pouco mais | |
| Para glorificar o nosso Deus. | Monte da Guia |
| Uma janela da saudade | |
| Recordar o tempo da cruzada | De onde tanta mãe queria |
| Subindo o monte de têrço na mâo | Ver alguém chegar de verdade. |
| Dificil nesse tempo a caminhada | |
| Mas era jà com devoçâo. | Desde os filhos que nasceram |
| Até aos netinhos de agora | |
| Por isso subir o monte da Guia | Sinto-me feliz Virgem e Senhora |
| Serà sempre uma historia a contar | Por tanto amor que jà me deram. |
| Temos sempre que pedir a Maria | Confio na coragem e confiança |
| Com o nosso amor Ela quer pagar. | Que foram tua força no dia a dia |
| Para guiar o teu pôvo escolhido. | |
| Ò Virgem Senhora da Guia | Recebi os corações de criança |
| Humildemente eu vos péço | Neste meu Monte da Guia |
| Graças e protecção | Deixo-te o meu coração, amigo. |
| Para os filhos da nossa terra. | |
| Respeitam o seu novo pastor | Continua Monte da Guia |
| Que volte outra vez a alegria | A dar beleza às nossas gentes |
| Por isso este dia Vos oferêço | Que sâo aqueles que te amam |
| Ó Nossa Senhora de puro amor. | E contigo dâo graças a Deus. |
| Assim harmoniosos e crentes | |
| Tragam também as crianças | Os bons filhos te aclamam |
| Elas como pombas mansas | O teu nome nâo serà esquecido |
| Trazem o seu carinho. | Sempre louvada a Mâe dos Céus. |
| Levando-o depois no coraçâo | |
| Para quem na solidâo | Do Monte da Guia |
| Jà nâo pode fazer caminho. | O nosso olhar vê distante |
| Imaginando que um dia | |
| Possa chegar mais um emigrante. | |
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
VIRGEM MÃE
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