| Um espelho de beleza espiritual | Monte da Guia |
| Que se eleva até ao além. | A joia da nossa aldeia |
| Mas a nossa Mãe Celestial | Um tesouro de beleza natural |
| Fica connosco por bem | Como reflexo para os passantes |
| Neste seu tão lindo pedestal ! | És um quadro de nostalgia |
| Aos que longe de Portugal | |
| Avé Senhora de Belinho | Te consideram alta candeia |
| De outras aldeias também | Iluminando a vida dos emigrantes. |
| Que vos rezam com amor. | |
| Também sois Senhora do Minho | Fazer esta dura caminhada |
| Com o Vosso coração de mãe | É mênos dura que a tua fada |
| Livrai os lares de viver na dor. | Que te pôs ás portas da morte. |
| Eu fiz esta minha caminhada | |
| Avé Senhora de Belinho | Por acreditar que a Imaculada |
| Rainha de todos os paìses | Vai voltaria a dar-te sorte. |
| Até dos que estão em guerra. | |
| Ajudai-os a aceitar o vizinho | Se duvidas da tua fé |
| Que a unidade os faça felizes | Mais depressa te convido |
| Na paz que tanto se espera. | Sou a Mâe da confiança. |
| Enquanto podes vir por teu pé | |
| Subi á senhora da Guia | Junta-te ao pôvo escolhido |
| Para rezar a Maria | Eu sou a Mâe da esperança. |
| Por ti, por todos, por mim. | |
| Subi á Senhora da Guia | Bom dia meu bom amigo |
| Para que a tua agonia | Não te trago a graça de Deus |
| Depressa tivesse fim. | Por que ela jà està contigo. |
| Eu venho do Alto dos Céus | |
| Subir o Monte devagarinho | Para te confirmar o pedido |
| Contando as escadas ou a rezar | Filho continua a sofrer pelos teus. |
| No tragecto deste caminho | |
| O coração recorda amor a falar. | Que mais pareces um altar |
| Para nòs um santo local | |
| Vamos subir | Que a devindade nos ofereceu. |
| Subir para pedir | Uma janela virada para o mar |
| À nossa Mãe de Deus | Que dà luz a Portugal |
| A paz para o mundo. | Para estar mais perto do Céu. |
| Se fôr-mos sempre unidos | A nossa aldeia é uma caravela |
| Os homens serâo mais amigos | Junto ao mar ancorada |
| De Deus e da Virgem Maria. | Guiada por uma Santa Estrela |
| Agradeçamos a Deus | A Nossa Senhora mais amada. |
| Por este caminho dos Céus | |
| Que nos leva à Senhora da Guia. | E recordar o merendeiro |
| Tâo simbolico e apetitoso | |
| Neste monte tâo natural | Nos tempos de pouco dinheiro |
| O tempo parece que para | Era um gesto bem gracioso. |
| O Mundo até parece esquecido. | |
| Contemplamos este meio rural | Também para o mundo em geral |
| Como se fosse uma so seara | Vos peço os olheis com piedade |
| E o pâo nosso é mais querido. | Fazem-se injustiças e pecados. |
| Que Deus lhes perdoi o seu mal | |
| Parece-nos mais belo Portugal | Para os trazer à luz da verdade |
| A visâo mais longe se dispara | E todos os povos sejam amados. |
| Até o pôvo parece mais unido | |
| Para esquecer os actos do mal | Obrigado Senhora da Guia |
| Com a verdade bem mais clara | Dai graças a Deus por mim |
| E o amor mais prevenido. | Por tanta felicidade eu ter tido. |
| Dai-me sempre esta alegria | |
| Desde crianças aprendemos | Ao ver as crianças no meu jardim |
| O caminho da Senhora da Guia | Colher rosas do meu amor vivido. |
| Guiados pelas mãos carinhosas | |
| A transmitir confiança e alegria. | Que nos lares haja amor |
| Repartido com verdade | |
| Avé Senhora da Guia | Que o pecado não traga a dor |
| O Senhor està connosco também | P'ra nunca faltar a fidelidade. |
| Aceitai os nossos louvores | |
| Obrigado pelo amor de Mãe. | Rezar pela paz na terra |
| Pedir para todos a salvação | |
| O acesso ao Monte da Guia | Quenunca mais haja guerra |
| Foi sempre um santo caminho | Nem às crianças falte o pão. |
| Por onde passaram em agonia | |
| Préces dos filhos de Belinho. | |
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
VIRGEM MÃE
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