| O Monte da Guia | O AMOR |
| È farol das aldeias | Neste mundo tão belo |
| De onde às mãos cheias | Nada somos sem amor |
| Descem graças de Maria. | Sem amor não hà verdade. |
| A mentira nada nos vale | |
| O Monte da Guia | A riqueza tem menos valor |
| Conserva este mirante | Nem sempre nos dà a felicidade. |
| Para que o emigrante | |
| Envie a saudade durante o dia. | O amor pode tudo vencer |
| Mesmo à morte ele resiste | |
| O vosso santuàrio é uma janela | No coração de outros humanos. |
| Que dà luz viva aos corações | Saibamos repartir o amor |
| Graças a Deus também é por ela | Ao alcance de toda a gente |
| Que entram pedidos e orações. | Que o amor não vive de enganos. |
| Ò Virgem Senhora da Guia | Nem é difìcil saber amar |
| A vossos pés venho agradecer | Basta escutar o coração |
| A minha felicidade e alegria | Quando alguém por nòs passa. |
| Que sempre me quiz conceder. | Saber ser honesto e humilde |
| Acreditar que de amar se é capaz | |
| Ò Santa Mãe de Deus | Ter fé e a Deus pedir a graça. |
| Nossa Senhora da Guia | |
| Neste dia a vossos pés | Que grande segnificado tem |
| Uma vez mais venho pedir | O dia da festa da mãe |
| Pois ela mais que ninguém | |
| Ouvir sonar as trindades | Merece justamente o seu dia. |
| Rezando à Virgem Bendita | È um dever dar a uma mãe amor |
| Unindo a famìlia querida | Deve ser mais que um louvor |
| Que bela é esta dita. | A quem por vezes com dor |
| Se sacrificou, para nos dar alegria. | |
| O sinal da nossa alvorada | |
| È o nosso cantar de amor | È um nome tão pequenino |
| Para mais uma caminhada | Que logo desde menino |
| Num santo dia do Senhor. | Ainda com inocente tino |
| Repetimos mãe com simpatia. |
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
VIRGEM MÃE
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